[Fernando Brizuela] Rugidos na sombra

Fernando Brizuela apresentou Rugidos na sombra no CCC, uma série de seus trabalhos Voo noturno junto com seus conhecidos Monstros de maconha. .

[Fernando Brizuela] Rugidos na sombra


 [O artista]

 

Fernando Brizuela é um artista visual que se caracteriza por seus trabalhos relacionados com a botânica e a maconha. Estudou Licenciatura em Pintura na Escola Nacional de Belas Artes “Prilidiano Pueyrredón”. Participou nas oficinas de pintura dos artistas Carolina Antoniadis, Juan Doffo e Leon Ferrari. Também trabalhou como professor, ministrou seminários e oficinas de aquarela para instituições como o Museu Nacional de Belas Artes e o Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (MALBA).

 

 

Desde 1998, expõe individualmente em espaços como o Museu Provincial de Belas Artes de Tucumán, o Centro Cultural Konex e as galerias Z-Lab, Cecilia Caballero e Miranda Bosch.

O Centro Cultural Contraviento inaugurou uma nova mostra em companhia do artista Fernando Brizuela que apresentou Rugidos na sombra, uma série das obras Vuelo Nocturno (Voo noturno) junto aos seus famosos Monstruos de marihuana (Monstros de maconha).

A obra, que contará com entrada franca, indaga sobre os medos, a escuridão e as coisas desagradáveis, fusionando duas das temáticas do espaço cultural: a atual, O Preto, e também Cultura e Tráfico de Drogas, de 2024.

Com um olhar característico e particular, o artista argentino trabalha com materiais que transforma em objetos e sujeitos de provocação. A série é composta de oito pinturas de 35 x 50 cm e três de 100 x 70 cm.

Mariposa, inseto de hábitos noturnos, amigo da escuridão, estritamente falando, a outra face da borboleta sendo borboleta.

As mariposas são o reflexo de aquilo que preferimos não ver, batem as asas no limite da consciência até que a sua presença se torna inegável. Se, na nossa sociedade, a maconha ainda é um monstro, quem é que criou? De que se alimenta? E, aliás, como é que esta construção simbólica se entrelaça com a violência que espreita o rio Paraná?”, pergunta-se Mariana Gioiosa no texto da sala.

Na pequena sala do Centro Cultural Contraviento, o conjunto de mariposas vai esbarrar com monstros peculiares feitos com folhas de maconha.

Em suma, uma mostra que foca em insetos desprezados no dia a dia e nos nossos sonhos, medos e pesares.

 

 

 

 

 

 

 

CENTRO CULTURAL CONTRAVIENTO
[Fernando Brizuela] Rugidos na sombra

Fernando Brizuela apresentou Rugidos na sombra no CCC, uma série de seus trabalhos Voo noturno junto com seus conhecidos Monstros de maconha. .

O Centro Cultural Contraviento inaugurou uma nova mostra em companhia do artista Fernando Brizuela que apresentou Rugidos na sombra, uma série das obras Vuelo Nocturno (Voo noturno) junto aos seus famosos Monstruos de marihuana (Monstros de maconha).

A obra, que contará com entrada franca, indaga sobre os medos, a escuridão e as coisas desagradáveis, fusionando duas das temáticas do espaço cultural: a atual, O Preto, e também Cultura e Tráfico de Drogas, de 2024.

Com um olhar característico e particular, o artista argentino trabalha com materiais que transforma em objetos e sujeitos de provocação. A série é composta de oito pinturas de 35 x 50 cm e três de 100 x 70 cm.

Mariposa, inseto de hábitos noturnos, amigo da escuridão, estritamente falando, a outra face da borboleta sendo borboleta.

As mariposas são o reflexo de aquilo que preferimos não ver, batem as asas no limite da consciência até que a sua presença se torna inegável. Se, na nossa sociedade, a maconha ainda é um monstro, quem é que criou? De que se alimenta? E, aliás, como é que esta construção simbólica se entrelaça com a violência que espreita o rio Paraná?”, pergunta-se Mariana Gioiosa no texto da sala.

Na pequena sala do Centro Cultural Contraviento, o conjunto de mariposas vai esbarrar com monstros peculiares feitos com folhas de maconha.

Em suma, uma mostra que foca em insetos desprezados no dia a dia e nos nossos sonhos, medos e pesares.

 

 

 

 

 

 

 

[Fernando Brizuela] Rugidos na sombra