Marcelo Kopp.

Marcelo Kopp. Xilogravuras sobre O Preto.

Marcelo Kopp.


Marcelo Kopp nasceu na cidade de Rosario em 1986. Se formou como Professor de Artes Visuais na Escola Provincial Manuel Belgrano de Rosario. Ministrou oficinas de gravura em madeira a buril e xilogravura na Argentina, no México e no Brasil.

 

Em 2023, foi distinguido com o “Buril de ouro” na competição internacional de Ex-libris organizada pelo Museu da Xilogravura em São Paulo, Brasil. No ano passado, também foi premiado no Concurso Internacional de Miniprint do Museu de Belas Artes de Río Cuarto.
 

Como parte da segunda mostra sobre O Preto, a nova temática do Centro Cultural Contraviento, o artista rosarino Marcelo Kopp (1986) expôs uma vasta obra de xilogravuras em madeira na pequena sala do espaço, que contou com a presença de um grande grupo de visitantes.

 

Foram exibidas quatorze peças entre xilogravuras e gravuras de diferentes imagens. Elas retratam problemáticas contemporâneas como pobreza, poluição, desigualdade, entre outras.

 

O artista explicou o alvo: “A ideia é expressar O Preto com todas as metáforas que representa. As mais simples são escuridão, maldade, negatividade. Minha obra em geral trata desses temas, como cidades monitoradas, problemáticas atuais nas ruas, natureza poluída”.

 

A xilogravura é uma técnica de impressão em relevo a partir do preto, e cada corte na madeira representa sutilmente seu contrário, o branco. Tendo como base essa figura e através da tinta negra, são realizadas as gravuras sob pressão.

 

“Diferente de outras artes, a gravura democratiza, pela sua reprodução em massa e a sua linguagem direta. Era muito utilizada no panfleto e tem uma tradição política que se presta para a denúncia, a reivindicação. Essa tradição está presente na obra”, disse Kopp.

 

Tem toda uma definição na técnica. Ele constrói tudo na sua oficina, um espaço que reflete a atmosfera de um artesão medieval. Sua sensibilidade artística parece contrastar com as prensas de ferro e os parafusos gigantes, em abundância no espaço, mas na verdade são mais uma extensão da obra.

 

 

 

 

 

 

 

CENTRO CULTURAL CONTRAVIENTO
Marcelo Kopp.

Marcelo Kopp. Xilogravuras sobre O Preto.

Como parte da segunda mostra sobre O Preto, a nova temática do Centro Cultural Contraviento, o artista rosarino Marcelo Kopp (1986) expôs uma vasta obra de xilogravuras em madeira na pequena sala do espaço, que contou com a presença de um grande grupo de visitantes.

 

Foram exibidas quatorze peças entre xilogravuras e gravuras de diferentes imagens. Elas retratam problemáticas contemporâneas como pobreza, poluição, desigualdade, entre outras.

 

O artista explicou o alvo: “A ideia é expressar O Preto com todas as metáforas que representa. As mais simples são escuridão, maldade, negatividade. Minha obra em geral trata desses temas, como cidades monitoradas, problemáticas atuais nas ruas, natureza poluída”.

 

A xilogravura é uma técnica de impressão em relevo a partir do preto, e cada corte na madeira representa sutilmente seu contrário, o branco. Tendo como base essa figura e através da tinta negra, são realizadas as gravuras sob pressão.

 

“Diferente de outras artes, a gravura democratiza, pela sua reprodução em massa e a sua linguagem direta. Era muito utilizada no panfleto e tem uma tradição política que se presta para a denúncia, a reivindicação. Essa tradição está presente na obra”, disse Kopp.

 

Tem toda uma definição na técnica. Ele constrói tudo na sua oficina, um espaço que reflete a atmosfera de um artesão medieval. Sua sensibilidade artística parece contrastar com as prensas de ferro e os parafusos gigantes, em abundância no espaço, mas na verdade são mais uma extensão da obra.

 

 

 

 

 

 

 

Marcelo Kopp.