Gustavo Charif

Gustavo Charif. Viagem ao fundo de O Preto.

Gustavo Charif


 

Carreira artística


Como pintor, expõe internacionalmente desde 1986 e até dividiu paredes com Botero, Dalí, Magritte, Miotte, Pettoruti, Picasso, Xul Solar, entre outros, em museus, galerias e feiras de Paris, Nova York, Tóquio, Kuala Lumpur e Taipei, entre outras cidades. Recebeu elogios de artistas tão diversos como Fernando Arrabal e Milan Kundera.

 

Como cineasta, trabalhou para Leonardo Favio e Jorge Polaco e dirigiu mais de quarenta curtas e videoclipes.

Como escritor, publicou artigos em diversas mídias digitais e gráficas e, em 2018, um volume de relatos (“Narraciones simples” [Narrativas simples]). Acaba de finalizar um romance e um livro de ensaios de próxima aparição.

Suas obras se encontram em coleções da Europa, Ásia e América (Einaudi, Pescheux, Zakaria, Tan-Yeoh, Fortabat e Christina Burrus, entre outras). Desde 2018, também faz parte do patrimônio do Museu Nacional de Belas Artes da Argentina.

 

O Centro Cultural Contraviento inaugurou O Preto, a nova temática que guiará as mostras do espaço.

 

Nesse contexto, o artista visual e escritor Gustavo Charif (1966) expôs uma ampla obra, situada na sala principal do Centro Cultural.

 

Perante a presença de espectadores curiosos pela obra de Charif e sua imensa e particular alocução, o artista conversou com a gestora cultural rosarina Lila Siegrist e ofereceu conceitos da arte em general e seu trabalho.


“A arte conformista que não questiona nada é decorativa e uma fraude”, falou como parte do seu pensamento artístico.

 

Segundo Charif, “a arte é a possibilidade de não dialogar com o outro”. “Na arte, você diz o que quer e o que deve. Se não for na arte, onde?”, refletiu.

 

Charif é um artista difícil de categorizar. Costuma se definir como apátrida pela sua abundante experiência em diferentes cidades e culturas do mundo.

 

Com um extenso percurso por várias disciplinas, pode ser definido como um artista amplíssimo e excêntrico que experimenta incansavelmente.

 

No momento de explicar como é seu processo artístico, Charif declarou: “Não tomo muitas decisões, tudo aparece sozinho”.

 

As coisas mais interessantes surgem em momentos de crise, como reação, porque em momentos de liberdade já tudo está à disposição”, afirmou.


A mostra é composta por diversas obras desde óleos sobre tela, um tríptico com a técnica de colagem, gravuras em tinta preta, um texto de uma história fictícia e um outro sobre o conceito do preto, e até um curta digital de 15 minutos.

 

A mostra
- “La exposición negra” [A exposição preta] (óleo sobre tela, 55x42 cm).

 

- “El sistema de la caja negra” [O sistema da caixa preta] (2024). Tríptico sobre O Preto (óleo, acrílico, lápis e colagem sobre tela - 110x180 cm).

 

- “Los grabados negros de Tulumba Yago” [A gravuras pretas de Tulumba Yago], subdividida em três:

 

· ‘Los dibujos negros de Tulumba Yago’ [Os desenhos pretos de Tulumba Yago] (2024), um texto sobre a personagem homônima fictícia criada pelo próprio artista.

 

· 22 desenhos (vinte e um tintas sobre papel de 30x21 cm e uma de 50x35 cm).

 

· Biografía de un enigma [Biografia de um enigma] (2024), curta digital.

 

- “Lo negro en su nigérrima negrura” [O negro na sua nigérrima negritude] (2024). Texto impresso sobre painel preto com letras brancas.

 

 

 

 

 

 

CENTRO CULTURAL CONTRAVIENTO
Gustavo Charif

Gustavo Charif. Viagem ao fundo de O Preto.

O Centro Cultural Contraviento inaugurou O Preto, a nova temática que guiará as mostras do espaço.

 

Nesse contexto, o artista visual e escritor Gustavo Charif (1966) expôs uma ampla obra, situada na sala principal do Centro Cultural.

 

Perante a presença de espectadores curiosos pela obra de Charif e sua imensa e particular alocução, o artista conversou com a gestora cultural rosarina Lila Siegrist e ofereceu conceitos da arte em general e seu trabalho.


“A arte conformista que não questiona nada é decorativa e uma fraude”, falou como parte do seu pensamento artístico.

 

Segundo Charif, “a arte é a possibilidade de não dialogar com o outro”. “Na arte, você diz o que quer e o que deve. Se não for na arte, onde?”, refletiu.

 

Charif é um artista difícil de categorizar. Costuma se definir como apátrida pela sua abundante experiência em diferentes cidades e culturas do mundo.

 

Com um extenso percurso por várias disciplinas, pode ser definido como um artista amplíssimo e excêntrico que experimenta incansavelmente.

 

No momento de explicar como é seu processo artístico, Charif declarou: “Não tomo muitas decisões, tudo aparece sozinho”.

 

As coisas mais interessantes surgem em momentos de crise, como reação, porque em momentos de liberdade já tudo está à disposição”, afirmou.


A mostra é composta por diversas obras desde óleos sobre tela, um tríptico com a técnica de colagem, gravuras em tinta preta, um texto de uma história fictícia e um outro sobre o conceito do preto, e até um curta digital de 15 minutos.

 

A mostra
- “La exposición negra” [A exposição preta] (óleo sobre tela, 55x42 cm).

 

- “El sistema de la caja negra” [O sistema da caixa preta] (2024). Tríptico sobre O Preto (óleo, acrílico, lápis e colagem sobre tela - 110x180 cm).

 

- “Los grabados negros de Tulumba Yago” [A gravuras pretas de Tulumba Yago], subdividida em três:

 

· ‘Los dibujos negros de Tulumba Yago’ [Os desenhos pretos de Tulumba Yago] (2024), um texto sobre a personagem homônima fictícia criada pelo próprio artista.

 

· 22 desenhos (vinte e um tintas sobre papel de 30x21 cm e uma de 50x35 cm).

 

· Biografía de un enigma [Biografia de um enigma] (2024), curta digital.

 

- “Lo negro en su nigérrima negrura” [O negro na sua nigérrima negritude] (2024). Texto impresso sobre painel preto com letras brancas.

 

 

 

 

 

 

Gustavo Charif